Gilsinho Lopes bate recorde e Polícia Civil fica 10 meses sem registrar fuga de presos

O delegado Gilsinho Lopes, que está há um ano e seis meses à frente da Superintendência de Polícia Prisional (SPP), acaba de registrar uma marca extraordinária: graças ao trabalho de fiscalização intensa realizada por Gilsinho e sua equipe nos presídios, há 10 meses não é registrada fuga no sistema prisional sob responsabilidade da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp).
Durante os últimos 18 anos meses chefiando a SPP, Gilsinho Lopes promoveu uma reestruturação no setor. Assim, a SPP conseguiu realizar todas as audiências requisitadas pela Justiça nos diversos Fóruns do Estado e aumentou a fiscalização nas unidades subordinadas à Sesp e Polícia Civil, contando, atualmente, com 10 meses sem uma fuga ou rebelião.
“Estamos realizando operações de vistoria em todos os presídios da Grande Vitória para evitar fugas e entrada de objetos de procedência ilícita e proibida”, afirmou o chefe da SPP.
O trabalho de Gilsinho, que é pré-candidato a deputado estadual, se estende para a Coordernadoria Norte-Sul da Polícia Civil. Como responsável pelo setor, ele realizou operações de enfrentamento à violência em vários municípios capixabas, levando a presença da polícia até a população e realizou blitz em Alegre, Mimoso do Sul, Apiacá, Bom Jesus do Norte, Guaçuí, Iúna, Muniz Freire, Pedro Canário, Conceição da Barra e São Mateus.
“Tivemos êxito nas operações, porque, graças ao apoio da Justiça, conseguimos cumprir mandados de busca e apreensão e vários mandados de prisão, mandando para a cadeia inúmeros acusados de crimes. A presença da polícia nesses municípios reduziu a criminalidade nas regiões”, disse Gilsinho Lopes.
Ao longo de sua carreira como policial – ele começou na Polícia Civil como escrivão –, Gilsinho Lopes sempre deu apoio a colegas de outras delegacias. No último sábado (19/06), por exemplo, após intensa campana e investigação, ele conseguiu, junto com a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), prender o adolescente que vendeu o carro do jornalista e colunista social Carlos Vaccari e o assassino do colunista, o flanelinha Kleyton Correia Bretas, 19 anos, que confessou o crime.
Kleyton matou Carlinhos Vaccari a pauladas e por asfixia, dentro da casa do colunista social, no bairro Horto, em Vitória. O assassino se encontra numa prisão de segurança máxima do Estado.
Gilsinho Lopes já foi deputado estadual. Exerceu o mandato na legislatura entre 1999 e 2002, sempre preocupado em elaborar e aprovar projetos que ajudassem a melhorar a segurança da população e a levar benefícios para as categorias da área de segurança, como policiais civis e militares, agentes penitenciários e trabalhadores de empresa de vigilância.
São de Gilsinho Lopes a lei que criou seguro de vida para policiais civis e militares e a lei que obriga instituições financeiras e shoppings a instalar detectores de metal (para detectar presença de armas) em suas portas e entrada do público.
 

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