Delegado e policiais capixabas são elogiados pela prisão, na Serra, de pistoleiro que matou advogado em Goiás

O secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social do Espírito Santo elogiou, no Diário Oficial do Estado, um grupo de policiais capixabas que ajudou a Polícia Civil goiânia a prender, na Serra, um pistoleiro que matou um advogado em Goiás.

O elogio, publicado no Diário Oficial do dia 5 de setembro, é para o subsecretário de Estado de Inteligência (SEI/Sesp), Nilton Souza Siqueira; o delegado Ícaro Ruginski Borges Nascimento Silva (lotado no Nuroc); e os soldados PMES Marcelo de Jesus Falcão e Harley Gláucio Barcelos de Moura.


“Esta Secretaria resolve ELOGIAR os servidores abaixo elencados, pelo excelente trabalho desenvolvido em apoio à equipe de policiais civis da Gerência de Operação de Inteligência do Estado de Goiás, na operação policial que culminou com o cumprimento do Mandado de Prisão, na cidade da Serra/ES, do foragido Brasil de Souza Moura, autor de homicídio de grande repercussão no Estado de Goiás”, diz Henrique Herkenhoff.

O pistoleiro Brasil de Souza Moura matou o advogado Márcio Estácio de Sá, 43 anos, no município de Niquelândia, em Goiás, em julho do ano passado.

Brasil de Souza também é acusado de outro homicídio em Goianésia e envolvimento de grilagem de terras. A aguardada prisão do pistoleiro foi fruto de uma ação sigilosa do Departamento de Inteligência da Polícia Civil de Goiás, numa operação conjunta com a Polícia Civil do Espírito Santo, que culminou com a prisão de Brasil por volta das 11 horas do dia 3 de agosto.

Segundo o delegado Álvares Geraldo Lins, titular da Delegacia de Polícia Civil de Niquelândia, Brasil de Souza Moura estava foragido havia um ano e um mês.

O pistoleiro estava morando em Jacaraípe. Brasil foi embarcado em Vitória, em um avião com destino a Goiânia, e encarcerado provisoriamente numa cela da DIH (Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios).

O advogado Márcio de Sá, que morava em Brasília e era filho do ex-candidato a prefeito de Vila Propício, Tim de Sá, foi baleado na nuca, em 2 de julho de 2010. Ele chegou a ser transferido ao HBB (Hospital de Base de Brasília), mas não resistiu aos ferimentos.

O crime, que causou grande repercussão social, ocorreu em plena luz do dia, e foi motivado por desentendimentos anteriores entre o autor e a vítima.
 

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