Novo comandante da PM age rápido e faz mudanças em Diretorias e Batalhões

O novo comandante geral da Polícia Militar do Espírito Santo, coronel Ronalt Willian, que assumiu o cargo há uma semana, já fez mudanças no comando de Diretorias, Batalhões e outras unidades da PMES. As mudanças têm a finalidade de dar maior oxigenação às unidades militares.


Para a direção do Comando de Policiamento Metropolitano (CPOM), de onde Willian saiu para assumir o comando geral, vai o coronel Edmilson dos Santos. Na Diretoria de Inteligência (onde estava o coronel Edmilson), assume o coronel Antônio Augusto da Silva.

Antecessor de Ronalt Willian, o coronel Anselmo Lima assume a Diretoria de Finanças, que, antes, era ocupada pelo coronel Antônio Augusto.

O tenente-coronel Andrey Carlos Rodrigues assume o Batalhão de Polícia Militar Ambiental vai. Ele, que estava no comando do 1° Batalhão (Vitória), será substituído pelo major Reinaldo Brezinski Nunes.

Antes comandado pelo tenente-coronel José Dirceu Pereira, o 6° Batalhão (Serra) passa a ser comando pelo tenente-coronel Hélio Alexandre Lima Holanda.

O tenente-coronel Wildelson Nascimento de Faria é o novo comandante do 7° Batalhão (Cariacica/Viana). Entra no lugar do tenente-coronel Lamilson Luiz da Silva Silveira.

Já o tenente-coronel Márcio Celante Weolffel assume, agora, a direção do Centro de Formação e Aperfeiçoamento (CFA). O major Emerson Caus passa a comandar a 10ª Companhia Independente (Anchieta).

O novo comandante do 2° Batalhão (Nova Venécia) passa a ser o tenente-coronel Rogério Maciel Barcelos, que substitui ao tenente-coronel Robson Raimundo da Silva.

As intenções do novo comandante-geral da PM são boas. As mudanças promovidas pelo coronel Ronalt Willian são, de fato, necessárias. Ele, entretanto, que sempre ouviu a voz da tropa por onde passou, precisa ficar atento para uma das mudanças.

No 2° BPM, por exemplo, a escolha do tenente-coronel Rogério Maciel, que foi recém promovido, está sendo recebida com ceticismo.

Quando era major, Rogério Maciel já ocupou o cargo de subcomandante do 2° BPM e, de acordo com versões de militares, não tinha uma convivência muito pacífica com a tropa.

O certo é que o tenente-coronel Robson, que ocupava o cargo antes de Rogério Maciel, fez um excelente comando na área do 2° BPM, que abrange Nova Venécia e outros municípios das regiões Norte e Noroeste.

Foi respeitado por praças e oficiais. E, o mais importante: teve reconhecimento da população. Era querido das lideranças comunitárias, empresariais, religiosas e de produtores rurais. Criou a Patrulha Rural, que foi responsável pela redução de delitos nas zonas rurais dos municípios patrulhados pelo 2° BPM.

Tomara que o tenente-coronel Rogério Maciel mantenha o pique de seu antecessor. Com a sociedade e com a tropa.
 

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