Governo cria grupo que vai propor ações para melhorar a saúde dos policiais e agentes penitenciários do Estado


O governador Renato Casagrande (PSB) acaba de criar a Comissão de Gestão Integrada de Atenção à Saúde dos Servidores de Segurança Pública do Estado do Espírito Santo (CGIAS). Trata-se de um grupo que vai criar políticas voltadas para melhorar a saúde de policiais civis e militares e agentes penitenciários do Espírito Santo.


“É preciso pensar sempre na saúde de nossos policiais, cuja atividade é reconhecidamente estressante. Por isso, estamos expandindo também o programa para os agentes penitenciários, que lidam diariamente com a população carcerária”, disse o secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, Henrique Herkenhoff, um dos responsáveis pelo programa.

De acordo com o governo, a Comissão de Gestão Integrada de Atenção à Saúde dos Servidores de Segurança Pública do Estado do Espírito Santo vai  acompanhar, supervisionar e propor diretrizes referentes às políticas de qualidade de vida, saúde e valorização dos profissionais de segurança pública e agentes penitenciários; fomentar a capacitação dos profissionais de segurança pública e agentes penitenciários envolvidos nas atividades da comissão; incentivar a realização e divulgação de pesquisas, estudos e levantamentos de dados que contribuam para análise e avaliação das condições de saúde e qualidade de vida dos profissionais de segurança pública e agentes penitenciários.

Também caberá à Comissão: elaborar, analisar e propor convênios e outras parcerias com órgãos e entidades do setor público ou privado que possam contribuir com os temas tratados no âmbito da comissão; elaborar relatórios, pareceres e informações sobre assuntos de sua competência.

Ao criar a CGIAS por meio da Portaria número 140-S, o secretário da Segurança, Henrique Herkenhoff, está considerando a necessidade de buscar alternativas de promover o apoio e atenção aos aspectos relacionados à saúde e à qualidade de vida dos profissionais de segurança pública e defesa social, dentro da visão de valorização do servidor.

Também considera o fato de que, “devido à natureza do trabalho, tais profissionais estão expostos a riscos elevado se possuem condições de trabalho adversas, relacionadas a adoecimentos, acidentes de serviço, risco de morte e afastamentos das respectivas atividades por tais motivos”.

“Além disso, levamos em conta o  alinhamento desta política com o Projeto de Qualidade de Vida  da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp)”, disse Henrique Herkenhoff.

A CGIAS será composta por um representante titular e um suplente da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, que a coordenará; Secretaria de Estado da Justiça; Diretoria de Saúde da Polícia Militar; Divisão de Promoção Social da Diretoria de Pessoal Polícia Militar; Divisão de Promoção Social da Polícia Civil;  Centro de Serviço Social do Corpo de Bombeiros; e  Secretário Executivo.

O governo também já designou os seguintes servidores (titulares e suplentes) para compor a Comissão: Secretaria de Estado da Segurança Pública (Marta Saviatto e Elizabeth Lima Zimmer); Sejus (Ângelo Roncalli e Fernanda Bárbara Bastos); Diretoria de Saúde da PM (coronel-médico Jorgean Grego Gonçalves e 1ª tenente-psicóloga Maria Angela Moura Rodrigues;  Divisão de Promoção Social da Diretoria de Pessoal da PM (tenente-coronel José Willians Lords e capitã-assistente social Sônia Valesca Rangel; Divisão de Promoção Social da Polícia Civil (delegado Lauro Coimbra e Terezina Abranches; Centro de Serviço Social do Corpo de Bombeiros (tenente-coronel-médico William de Sá Lessa e  soldado-assistente social Igor de Souza Macedo; secretário Executivo (major PM Antônio Marcos de Souza Reis).

 

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