Empresa de segurança de coronéis está no centro de nova polêmica na Assembleia Legislativa

A Assembleia Legislativa (Ales) está diante de um impasse e nova polêmica. Abriu licitação para contratar empresa de segurança que passará a fazer a vigilância armada no prédio, em substituição aos policiais militares. Por um contrato superior a R$ 20 milhões, a empresa teria que fornecer 22 seguranças armados à Ales.

Surgiu, entretanto, um empecilho no meio do caminho. A Assembleia não teria feito corretamente publicidade do edital de licitação, conforme exigência da legislação.

A empresa “X”, que atualmente faz a segurança (desarmada) do prédio, não tomou conhecimento da licitação e quem ganhou a “disputa” foi a empresa “Y”, que pertence a um grupo de coronéis da reserva da Polícia Militar.

Sentindo-se prejudicada, a empresa “X” entrou com um processo administrativo junto à própria Assembleia Legislativa. Seus executivos ameaçaram abrir a boca e ir à Justiça. A Assembleia, prudentemente, suspendeu o processo licitatório. A empresa “Y”, agora, é quem ameaça ir aos tribunais.

A atual Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, presidida pelo deputado Theodorico Ferraço (DEM), já havia decidido abrir mão dos policiais militares que fazem a segurança do prédio e substitui-los por vigilantes terceirados.

É briga de cachorro grande!

 

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