Texto Atualizado: Oficiais aceitam proposta do governo do Espírito Santo; subtenentes e sargentos concordam com o essencial, mas fazem novos pedidos; e cabos e soldados rejeitam

Os oficiais da Polícia Militar concordaram com a proposta apresentada pelo governo do Estado de reajuste em seus salários. Os subtenentes e sargentos aceitaram o que o governo ofereceu, que é a redução das referências da tabela de subsídios, mas fizeram outras duas reivindicações. Já os cabos e soldados, que também realizaram assembleia geral na quarta-feira (27/11), recusaram a proposta.

As assembleias foram realizadas pela Associação dos Oficiais da PM e do Corpo de Bombeiros (Assomes), Associação de Subtenentes e Sargentos (Asses) e Associação de Cabos e Soldados (ACS). Para os oficiais, o governo ofereceu aumento diferenciado.

Na terça-feira (26/11) o governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Gestão e Recursos Humanos (Seger,) anunciou a proposta de Realinhamento dos salários dos militares do Corpo de Bombeiro e da Policia Militar. A proposta foi apresentada à Assomes, Asses e ACS.

A base da proposta do governo é a redução das referências da tabela de subsídio de 17 para 15 referências em dois anos: a primeira redução é em março de 2014 e, a segunda, um ano depois.

A Assomes aceitou a proposta integralmente, mas decidiu que vai continuar tentando negociar com o governo uma melhoria nos salários. A Asses também concordou com as duas reduções na tabela de referência de subsídios. Porém, quer ver na proposta a inclusão de duas escalas especiais nos salários dos sargentos e subtenentes: a primeira a partir de outubro deste ano e, a segunda, em março de 2015. As informações estão no site da Asses.

Já a  ACS, entretanto, reagiu à proposta do governo: "Trata-se de uma proposta absurda e que não contempla os policiais e bombeiros da reserva remunerada bem como as pensionistas. Provoca ainda um maior distanciamento entre os militares que recebem sob a forma de subsídio e os que ainda recebem na forma de soldo e gratificações, vez que estes estarão mais uma vez não sendo contemplados", diz o presidente da ACS/ES, cabo Flávio Gava.

A proposta do governo foi dividida de duas formas: uma tabela para contemplando de soldado a 1º tenente e outra contemplando de capitão a coronel.

A Asses e a ACS marcaram nova assembleia geral para segunda-feira (02/12), às 16 horas. No que diz respeito à Asses, trata-se, na verdade, da continuação da assembleia geral de quarta-feira (27).



 

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