AS CONQUISTAS ALCANÇADAS PELA ACS/ES NOS ÚLTIMOS 11 ANOS EM PROL DOS MILITARES ESTADUAIS: Falar em mudança é jogar pra galera

Está chegando a hora. Nesta quarta-feira (30/09) acontecem eleições gerais na Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e do Bombeiro Militar do Estado do Espírito Santo (ACS/ES). Quatro chapas disputam a direção da Diretoria Executiva. Os associados vão escolher também os membros do Conselho Deliberativo.

A ACS/ES  vive, há 11 anos, uma nova era. Desde que o então soldado Carlos Roberto Caetano foi eleito em 2003 para assumir a direção da entidade em janeiro de 2004, a ACS/ES se modernizou, mudou a linguagem e o tom na hora de brigar pela categoria e, assim, viu sendo abertas as portas da sociedade – governo e entidades civis – para apresentar suas bandeiras de luta.

Roberto Caetano presidiu a ACS/ES de janeiro de 2004 até final de dezembro de 2009, quando foi substituído por Jean Ramalho. Com Caetano, a entidade iniciou a primeira fase de reestruturação.

Com a ajuda de sua diretoria, Roberto Caetano e, posteriormente, Jean Ramalho e Flávio Gava melhoraram a administração da entidade, quitaram dívidas herdadas de diretorias passadas, reformaram sedes recreativas e tornaram mais fácil o acesso do associado à entidade.

O Cube de Jardim Camburi, localizado numa das áreas mais valorizadas de Vitória – o bairro-cidade Jardim Camburi  – ganhou até um cerimonial.

Caetano, Ramalho e Gava ainda informatizaram todos os setores na entidade e criaram a uma página na internet. Antes, os dirigentes da ACS/ES tinham dificuldade em fazer parcerias e convênios com empresas privadas. Hoje, já com sua administração modernizada, a entidade firmou convênios com faculdades e escolas particulares, empresas de seguro, dentre outras.

Jean Ramalho assumiu a presidência da entidade para o triênio 2010/2012. Manteve a estratégia e o modernismo de seu antecessor e foi mais além: conseguiu, por duas vezes, fazer com que o governo aprovasse a reestruturação do Quadro Organizacional da PM e do Corpo de Bombeiros.

Em 2012, graças a projetos de lei elaborado pela ACS/ES, demais entidades de classe dos militares e pela Comissão de Segurança da Assembleia Legislativa, o então governador, Renato Casagrande, assinou lei que permitiu a promoção de mais de 3 mil militares, entre oficiais e praças.

Flávio Gava assumiu em 2013 e seu mandato se encerra no final deste ano. Seu vice-presidente, cabo PM Júlio Maria, encabeça a Chapa 01. Integrantes das três chapas que tentam o poder da entidade se aventuram em busca de espaço e pregam mudanças. Vale, então, uma indagação: por que trocar o certo pelo duvidoso?  O cabo Júlio Maria é, sem dúvida, o nome que merece prosperar nesse pleito para dar sequência ao trabalho de melhoria para os associados e seus dependentes, marca registrada nesses 11 anos de luta.

Mostrar o que cada chapa promete realizar, caso vença a eleição, pode parecer, em alguns casos, ficção. Por isso, é importante destacar o que a atual diretoria da ACS/ES conquistou de 11 anos, como forma de refrescar a memória  dos mais esquecidos e apresentar, sobretudo aos jovens soldados – os chamados recrutas –,  o que a entidade fez por eles antes mesmo de se inscreverem em concurso público visando entrar na corporação:

– Auxílio Fardamento: antes da lei, os militares pagavam por sua própria farda;

– Programa de Incentivo à Atuação Policial: por meio de bônus pecuniário aos policiais militares e civis, a apreensão de armas de fogo;

– Indenização por Acidente em Serviço para todos os operadores de segurança pública do Estado;

– Remuneração por subsídios;

– Lei que fixa o número de efetivo na PM e no Corpo de Bombeiros;

– Lei que institui a convocação voluntária  de militares da reserva remunerada para desempenhar atividade de natureza policial ou militar;

– Lei Complementar nº 627/2012: Aumento histórico no Quadro Organizacional (QO) da PM com milhares de promoções na Polícia Militar;

– Fim do curso de cabo na PM e promoção de centenas de soldados a cabo;

– Lei que criou a Indenização Suplementar de Escala Operacional (ISEO) para militares e policiais civis;

– Fim do curso de cabos no Corpo de Bombeiros e aumento do QO;

– Aumento no Quadro Organizacional no HPM e Banda de Música

Bem, as cartas estão na mesa. Os associados poderão votar nas sedes dos Batalhões e das Companhias Independentes, além do Quartel do Comando Geral, no  dia  30 de setembro de 2015 das 8 às 17 horas.

E, para fechar, vale novamente o questionamento: será que os candidatos que se dizem da oposição sabem o que, efetivamente, significa mudança nos rumos da luta em prol dos militares estaduais? Será que as mudanças que pregam vão, de fato, melhorar a vida dos militares?

É preciso, pois, acabar com meros discursos de mudanças!

 

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