EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DO POVO CAPIXABA: Lideranças comunitárias de Vitória prestam justa homenagem à Polícia Federal

Representantes de Associações de Moradores de diversos Bairros de Vitória compareceram à Superintendência Regional da Polícia Federal no Espírito Santo, a fim de agradecer, prestar apoio e homenagear o trabalho da PF na investigação da poluição do pó preto, que culminou na interdição de dois píers no último dia 22 de janeiro, no Complexo Portuário de Tubarão operados pela Vale. AS Federal vem dando uma excelente contribuição na defesa do meio ambiente e da saúde do povo capixaba. Por isso, sua atuação é reconhecida pela sociedade espírito-santense.

A solenidade ocorreu no auditório da SRPF/ES, a tarde da última sexta-feira (29/01), e contou com a presença do superintendente Regional da Polícia Federal, delegado Robison Fuchs Brasilino; do delegado Décio Ferreira (DELEMAPH), do perito Criminal André Bittencourt, e do delegado Guilherme Helmer, representante da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal.

Também estiveram presentes Maria Lúcia Dela Toore, representante da Associação de Moradores do Bairro Mata da Praia; Paulo Pedrosa, Associação dos Amigos da Praia de Camburi; Fabricio Pancotto, Associação de Jardim da Penha; e Francisco Carlos Gava, Associação  de Barro Vermelho e Santa Luíza; além de diversas lideranças comunitárias.

As lideranças comunitárias foram agradecer e dar apoio à Polícia Federal por ter conseguido junto à Justiça Federal a interdição do Complexo Portuário de Tubarão. Trata-se de uma justa homenagem que a população capixaba fará à Polícia Federal, que está sempre em defesa da sociedade brasileira.

Se os órgãos de defesa do meio ambiente (Polícias Civil Militar, Secretarias Estadual e Municipal de Meio Ambiente e demais instituições) no âmbito estadual e municipal no Espírito Santo pouco fazem para acabar ou pelo menos reduzir os efeitos da poluição causada pelas grandes mineradoras – como a Vale – na Grande Vitória, a Polícia Federal teve que agir em defesa do povo capixaba.

Os órgãos estaduais e municipais, sobretudo as Polícias Civil e Militar no Espírito Santo, referem reprimir o cidadão que pesca para manter sua própria sobrevivência do que investigar ou “incomodar” grandes empresas. Preferem apreender camarões, lagostas, caranguejos, tatu, etc. Assim é fácil trabalhar.

 

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