Ataque cardíaco mata policial enquanto jogava futebol no Espírito Santo

O investigador de Polícia Civil Robson Carlos Massucati morreu na noite de terça-feira (10/05) depois de sofrer um ataque cardíaco, enquanto jogava futebol no campo da Associação Atlética do Banco do Brasil de Guaçuí, Sul do Espírito Santo. Massucati, como era conhecido, ainda foi socorrido e levado para um hospital da cidade, onde acabou indo a óbito.

De acordo com o diretor da 6ª Regional (Alegre) do Sindicato dos Servidores Policiais Civis do Estado do Espírito Santo (Sindipol), Mário César de Souza Teixeira, Massucati sentiu-se mal e reclamou de dormência no corpo enquanto brincava com amigos e colegas numa partida de futebol. Deixou o campo e, imediatamente, foi colocado em um carro e levado ao hospital, onde morreu.

Massucati tinha 44 anos e deixou esposa e duas filhas. Estava na Polícia Civil há quatro anos – ele era da turma do concurso de 1993. Ele era chefe da Investigação da Delegacia de Guaçuí. O corpo do investigador foi velado em Guaçuí e trazido para Vila Velha, onde reside a maioria de seus familiares. Ele será enterrado ainda nesta quarta-feira (11/05) no Cemitério Parque da Paz,em Ponta da Frutam Vila Velha.

O presidente do Sindipol, Jorge Emílio Leal, lamentou a morte do investigador Robson Massucati. Lamentou ainda o fato de o Estado e a Administração da Polícia Civil tratarem com descaso a saúde dos policiais:

“Estamos solidários aos amigos, colegas e aos familiares do nosso policial Robson Carlos Massucati. Lamentos muito o falecimento dele. Porém, devemos ressaltar que não há por parte do Governo do Estado, desde há muitas décadas, e muito menos por parte da Chefia de Polícia a mínima preocupação com a saúde dos policiais. Já encaminhamos diversos ofícios às autoridades públicas denunciando esse descaso e sugerindo propostas, como a de transformar o HPM (Hospital da Polícia Militar) e um Hospital da Segurança Pública, já que o Governo do Estado não paga plano de saúde para os servidores da Polícia Civil. Nem mesmo temos direito à vacina que combate a temível e perigosa gripe H1N1 e já solicitamos ao governo a inclusão dos policiais civis no rol das pessoas com prioridade a tomar essa vacina”, disse Jorge Emílio.

 

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