Liminar do Tribunal de Justiça suspende ‘Operação Papelada’ das entidades de classe dos policiais civis capixabas

O desembargador Fernando Estevam Bravim Ruy concedeu medida liminar ao governo do Estado, determinando aos policiais civis do Espírito Santo que suspendam, imediatamente, a chamada Operação Papelada, iniciada na quarta-feira (31/08). O pedido liminar foi parar no Pleno do Tribunal de Justiça, cujo relator acabou sendo o desembargador Fernando Estevam Bravim.

A operação, promovida pelas entidades de classe dos policiais, tinha o objetivo de  “combater as ilegalidades presentes na instituição”, como forma de pressionar o governador Paulo Hartung a atender reivindicações da categoria – dentre elas, reajuste salarial e melhores condições de trabalho.

A Operação Papelada havia sido marcada para acontecer inicialmente na quarta e nesta quinta-feira (0/10), mas a Procuradoria Geral do Estado (PGE), ao entrar com pedido de Dissídio Coletivo de Greve, preferiu se antecipar e evitar novas paralisações na Polícia Civil.

De acordo com as entidade de classe, “unidades Policiais que estejam funcionando com apenas um ou dois policiais, sem condições legais, funcionais e de segurança para atender ao público, realizarão somente serviços internos nas respectivas datas.Nos locais de realização de perícias será exigida a presença de um Delegado de Polícia para coordená-las, na forma da lei. No Posto de Identificação do Faça Fácil de Cariacica serão realizados pelos policiais civis apenas trabalhos internos de auditoria.”

Em seus sites na internet, as “Entidades Unidas informam à sociedade que a falta de avanços do governo na concretização de demandas para melhorias dos policiais civis nos levam a adotar tais medidas de combate às ilegalidades, ressaltando que pedimos ao Governo que entenda a gravidade do cenário existente na Polícia Civil do Espírito Santo.”

 

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