MELHORES ÍNDICES NA EDUCAÇÃO, SAÚDE, TRANSPARÊNCIA E SEGURANÇA PÚBLICA: Luciano Rezende transforma Vitória na melhor capital do Brasil para se viver

Um tópico de sua administração que o prefeito Luciano Rezende (PPS) pretende usar no segundo turno da disputa eleitoral em Vitória é a segurança pública. Luciano vai usar o tema no sentido mais amplo, já que seu adversário, o deputado estadual e apresentador de TV Amaro Neto (SD), prefere o uso da linguagem policialesca e a exploração de chacotas, coisas comuns em seu programa Balanço Geral, da TV Vitória.

Luciano Rezende, que conquistou a primeira colocação no primeiro turno, com 81.315 votos, contra 65.554 votos de Amaro, vai explicar que a redução da violência na capital capixaba se deve a diversos fatores e atores. Deve-se, sobretudo, ao ambiente familiar criado por Luciano Rezende e sua equipe, que transformaram Vitória na melhor capital para se viver no País:

“A cidade (Vitória) atualmente está ocupada pelas famílias. A nossa ação de ocupação do espaço urbano com ciclovias, ciclofaixas, ginástica, zumba, recuperando, iluminando e trazendo o espaço urbano para feirinhas e atividades em família, foi fazendo com que a cidade fosse ocupada e tornou-se uma cidade em primeiro lugar numa série de ambientes”, afirma Luciano Rezende nesta entrevista ao Blog do Elimar Côrtes.

O prefeito recorda que, ao assumir a administração, em janeiro de 2013, Vitória era a capital mais violenta do Brasil com 37 homicídios por 100 mil habitantes. “Era quase um homicídio por dia...Em julho deste ano (2016) a cidade registrou oito homicídios por 100 mil habitantes. Ou seja, cair de 37 para oito homicídios por 100 mil habitantes é disparada a maior queda de assassinatos do País”, comenta o prefeito, que completa:

“Quero deixar bem claro que foi um trabalho feito em parceria com a Polícia Militar, Polícia Civil, Ministério Público, Tribunal de Justiça, por meio do Gabinete de Gestão Integrada Municipal, que eu coordeno aqui desde o primeiro dia de governo.” 


Blog do Elimar Côrtes – Quais eram os índices de homicídios em Vitória quando o senhor assumir o cargo de prefeito?
Luciano Rezende – Os índices eram altíssimos. A cidade de Vitória era a capital mais violenta do Brasil com 37 homicídios por 100 mil habitantes. Era quase um homicídio por dia. E quem morria em Vitória eram jovens, negros de periferia e as mulheres que eram muito agredidas. Em julho deste ano (2016) a cidade registrou oito homicídios por 100 mil habitantes. Ou seja, cair de 37 para oito homicídios por 100 mil habitantes é disparada a maior queda de assassinatos do País.

Mesmo que os índices tenham melhorado no Espírito Santo, os números de Vitória mais do que dobraram os indicadores de melhora no Estado porque nós investimos muito nisso. Quero deixar bem claro que foi um trabalho feito em parceria com a Polícia Militar, Polícia Civil, Ministério Público, Tribunal de Justiça, por meio do Gabinete de Gestão Integrada Municipal, que eu coordeno aqui desde o primeiro dia de governo. 

– Como é hoje  e como foi possível essa queda fantástica?
– A cidade atualmente está ocupada pelas famílias. A nossa ação de ocupação do espaço urbano com ciclovias, ciclofaixas, ginástica, zumba, recuperando, iluminando e trazendo o espaço urbano para feirinhas e atividades em família foi fazendo com que a cidade fosse ocupada e tornou-se uma cidade em primeiro lugar numa série de ambientes.

Somos primeiro lugar em educação (Revista Exame e Folha de São Paulo), primeiro lugar em saúde (Revista Exame), gestão mais transparente das capitais (Instituto Ethos e Contas Abertas), gestão equilibrada economicamente (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro), melhor destino turístico do País na classificação das 50 cidades entre os 5.600 municípios que mais estão focados em turismo. Vitória é primeiro lugar em custo benefício para se fazer turismo e foi classificada como a melhor cidade do País para se viver. Todas as nossas ações foram voltadas para o bem estar das pessoas e isso fez melhorar a qualidade de vida de quem trabalha, mora ou visita nossa linda capital. 

– As Polícias sempre dizem que quando uma cidade é bem iluminada, com ruas bem calçadas, vigiadas por sistema de videomonitoramento, ajuda no combate à violência. Qual foi o papel do Município (Prefeitura) para a concretização da queda da violência na capital capixaba?
– Foi exatamente isso que fizemos: trocamos a iluminação da cidade substituindo as lâmpadas de vapor de sódio pelas lâmpadas de vapor metálico, que iluminam mais e proporcionam mais segurança. Antes era uma iluminação amarela, tristonha e agora temos uma iluminação branca, alegre, tanto que tem morador dizendo: "Prefeito, na minha rua a noite virou dia!".

Começamos trocando a iluminação da Rodovia Serafim Derenzi, na região da Grande São Pedro, e os grandes eixos, passando depois para dentro dos bairros. Trocamos toda a iluminação das praias. Ampliamos a quantidade de câmeras de videomonitoramento, que no início de nossa gestão eram 40 câmeras e atualmente passam de 200. A cidade está toda videomonitorada. Antes de tudo isso, nós reestruturamos a Guarda Municipal que passou a trabalhar 24 horas em parceria com a Polícia Militar. 

– O Botão do Pânico também contribuiu  para redução da violência?
– Sim. Nós implantamos o Botão do Pânico em parceria com o Tribunal de Justiça do Estado logo no nosso primeiro ano de governo e isso já virou modelo no Brasil e no mundo. Foi o projeto que mais teve destaque aqui durante a nossa gestão, tanto na imprensa local quanto na mídia internacional. Nós tivemos aqui a imprensa francesa, alemã, australiana, inglesa, todas buscando informações sobre o Botão do Pânico. Eu apresentei esse projeto na ONU, nos Estados Unidos, no final de 2013, junto com os programas ‘Vitória Alfabetizada’ e ‘Escola da Vida’. Projetos extremamente transformadores do ponto de vista social.

A cidade foi toda transformada para melhor. Recebeu destaque de organismos nacionais e internacionais e nós queremos transformá-la numa cidade ainda mais segura, mais saudável e com mais oportunidade de gerar trabalho, emprego e renda para as famílias num segundo governo. Não criando postos de trabalho na Prefeitura, mas capacitando as pessoas. Esse é o nosso grande desafio.


 

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