EX-SUBSECRETÁRIO DA CASA CIVIL NEGA ACUSAÇÃO DE RACHID, ROUBO E AMEAÇAS: “Tenho fé em Deus. Estou sendo vítima de perseguição”

O ex-subsecretário  da Casa Civil do Governo do Estado e presidente da União Democrática Nacional (UDN), Marcus Alves de Souza, já virou alvo de Inquérito Policial na Delegacia Especializada de Segurança Patrimonial. Interrogado pelo delegado Fabiano Rosa, Marcus Alves negou as acusações feitas contra ele pelo ex-funcionário em cargo comissionado da Assembleia Legislativa, Francisco Félix da Costa Netto, que o acusa de ameaças, extorsão seguindo de roubo e rachid.

“Estou sendo vítima de perseguição. Há uma orquestração contra mim porque estou criando a UDN, que presido nacionalmente. Isso causou inveja a muitos políticos capixabas", disse Marcus Alves no depoimento.

“O relato desse cidadão (Francisco Netto) é tudo uma mentira e que quero a apuração dos fatos. Eu vou até as últimas consequências, vou até a Polícia Federal, se for preciso. As máscaras vão cair. O Francisco eu vou processar criminalmente e todos que estão por trás disso, mas ele (Francisco) é só para revelar quem está por trás porque ele eu até perdoo. Ele foi induzido por outra pessoa, que até o acompanhou quando ele foi à delegacia", completou Marcus Alves, que disse mais:

"Esse cidadão não tem nenhuma prova do que está dizendo. Essas acusações não ficam de pé”.

Marcus Alves chegou a presidir o Partido Republicano Progressista (PRP) no Espírito Santo. Em entrevista ao Século Dário, ele disse que acreditar que sua movimentação política foi a motivação para derrubá-lo do cargo de subsecretário da Casa Civil e das denúncias feitas pelo Francisco Félix. Marcus Alves se desfiliou do PRP e está construindo nacionalmente uma nova legenda, a UDN, da qual é o presidente nacional e busca a regularização.

“Tenho fé em Deus. Não devo nada e vou provar isso. Montaram um esquema para me derrubar, porque estou fazendo essa movimentação para criar um novo partido. Não sei se é inveja, mas estão querendo me derrubar”, disse Marcus Alves ao Século Diário.

Uma vez instaurado o Inquérito Policial, o delegado Fabiano Rosa vai agora ouvir testemunhas e buscar provas para saber quem está falando a verdade: o acusador, Francisco Félix, ou o acusado, Marcus Alves.

 

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