TRIBUNAL DE CONTAS RECOMENDA A REJEIÇÃO DAS CONTAS DO EX-PREFEITO LEONARDO DEPTULSKI: “O tempo provou que as acusações que sofri foram injustas”, comenta deputado Da Vitória

O deputado estadual Josias Da Vitória (PDT) discursou no plenário da Assembleia Legislativa, terça-feira (15/08), e comemorou o fato da população de Colatina, depois de cinco anos, conhecer quem realmente tem problemas com a Justiça no município.
Durante o discurso, o deputado comemorou o fato de o próprio Ministério Público do Estado do Espírito Santo não promovido sua denúncia absolvição na Operação Pixote por absoluta falta de provas – fato que foi acolhido pelo Tribunal de Justiça.

Da Vitória ainda citou a condenação da ex-primeira dama de Colatina, Maria Júlia Rosa Deptulski, a sete anos e seis meses de prisão por desvios de mais de R$ 6 milhões de quando era Secretária de Assistência Social de Colatina e do ex-prefeito, Leonardo Deptulski, que teve as contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado.

“E o tempo provou que as acusações que sofri durante um processo eleitoral em 2012 ao cargo de prefeito de Colatina foram injustas. Na época, fui demonizado, mas, com a consciência limpa, provei minha inocência e, com tudo o que ocorreu, amadureci. Fui injustiçado, minha família sofreu muito…Sofri arranhões, fui maltratado, perdi a eleição. Mas, dormi o sono dos justos”, apontou o deputado Da Vitória, que, na tarde de quarta-feira (16/08), recebeu em seu gabinete, na Assembleia Legislativa, o vereador Cabo Porto (Serra) e o ex-vereador Olmir Castiglione (Colatina), para traçar estratégias para defender projetos de interesse de segurança pública e na continuidade de representantes da categoria nas próximas eleições. O ex-vereador Olmir Castiglione tem pretensões de se candidatar a Ales.

“Passamos por votações de projetos recentes na Assembleia Legislativa no qual os militares foram massacrados, tiveram direitos de anos, retirados. Ter representatividade dentro da Assembleia e no Congresso é fundamental e já estamos pensando no futuro. Também precisamos ter líderes que possam articular para que projetos que destruam a instituição chegue à esta Casa”, destacou Da Vitória.

Para Olmir Castiglione, é importante ter uma união entre os militares: "Da Vitória será nosso representante lá em Brasília e Olmir Castiglione vem para representar os militares na Assembleia. Precisamos lutar por nossa categoria e começamos desde já com essa união", destacou.

Para Cabo Porto, que está em seu primeiro mandato de vereador na Serra, destacou a união: "Nós policiais militares precisamos nos unir para futuros projetos. Somente com a união conseguiremos defender a nossa categoria".

No dia 27 de junho deste ano, o Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo publicou homologação do arquivamento da investigação contra três autoridades citadas no âmbito da Operação Pixote, deflagrada em 2012, que apurou suspeitas em contratos no  Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espírito Santo (Iases). O relator dos autos de número 0030412-23.2012.8.08.0024, desembargador Sérgio Luiz Teixeira Gama, acolheu parecer do Ministério Público Estadual e determinou o arquivamento do Inquérito Policial relativo ao deputado Josias Da Vitória, o juiz de Direito Alexandre Farina Lopes e o defensor público Severino Ramos da Silva.

Tribunal de Contas diz não às contas do petista Leonardo Deptulski

O Tribunal de Contas do Estado recomendou, por maior de votos, a rejeição das contas do ex-prefeito de Colatina, Leonardo Deptulski, relativas a 2014. Hoje ele está sem partido, mas era do PT na época. Os conselheiros encontraram diversas irregularidades nos balancetes apresentados pelo então prefeito. A decisão aconteceu na sessão do ultimo dia 20 de junho e foi publicado no Diário do TCE de segunda-feira (14/08).

O Tribunal de Contas encontrou as seguintes irregularidades:

- abertura de créditos adicionais tendo como base o excesso de arrecadação que não ocorreu;

- abertura de créditos adicionais sem recursos financeiros correspondentes;

- divergência entre os saldos de superávit financeiro apurado no balanço patrimonial do exercício anterior e o evidenciado no saldo anterior do balanço patrimonial do exercício atual;

- não reconhecimento da receita de imposto de renda retido na fonte.

 

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