Rogério Galloro, Luiz Pontel e Fernando Segóvia formam a lista tríplice para a direção geral da Polícia Federal

O presidente Michel Temer já está de posse de uma lista tríplice com os nomes dos delegados que concorrem ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal. Um deles vai ser o substituto do atual diretor, Leandro Daiello. O ministro da Justiça, Torquato Jardim, confirmou na quinta-feira (07/09) somente o nome de Rogério Viana Galloro. Não revelou os demais nomes “por se tratar de uma lista reservada”. No entanto, o Blog do Elimar Côrtes identificou com fontes junto à Polícia Federal que os outros integrantes da lista do ministro Jardim são os delegados Luiz Pontel de Souza e Fernando Queiroz Segóvia Oliveira.

O delegado Pontel é o atual Diretor de Gestão de Pessoal da PF.  Pontel não é muito bem quisto pelos colegas, pois, como diretor de Gestão de Pessoal, ele definiu que policiais federais não devem ter os mesmos direitos dos servidores públicos no tocante ao sobreaviso.

Além disso, teria tratado com parlamentares o fim da aposentadoria especial para policial feminina, na redação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 287) que trata da Reforma da Previdência. Assim, ele equiparou homens e mulheres policiais. Comprou uma briga feia.                      

Já o delegado Fernando Segóvia tem rejeição forte porque, segundo alguns de seus colegas, "atuou contra os delegados quando da votação da Medida Provisória 650", mais tarde aprovada e transformada na Lei 13047/14, que disciplina a carreira de delegados federais. A lei passou a vigorar em dezembro de 2014. Numa audiência pública na Câmara dos Deputados, Segóvia teria se posicionado contra uma emenda que mantinha direitos dos delegados federais. O delegado Fernando Segóvia acaba de retornar ao Brasil depois de atuar como adido na África do Sul. Ele trabalhou na Superintendência Regional da Polícia Federal no Espírito Santo, onde era lotado na Delegacia Marítima.

O delegado Rogério Galloro tem menor rejeição entre os colegas. Atualmente ele ocupa atualmente o cargo de diretor executivo da Polícia Federal.O problema é que ele praticamente só tem experiência em Passaporte e Migração. Galloro ainda tem planos, caso seja o substituto de Leandro Daiello, de retirar as funções de Polícia Administrativa da Polícia Federal e passar a outro órgão.

 

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