APOIO DO SECRETÁRIO DA SEGURANÇA FOI FUNDAMENTAL NAS INVESTIGAÇÕES DO ASSASSINATO DE MÉDICA: Polícia Civil está de parabéns

O engajamento institucional e até pessoal do secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, André Garcia, nas investigações do assassinato da médica Milena Gottardi Tonini Frasson foi preponderante para um desfecho positivo do caso, com uma resposta célere para a sociedade. Ao declarar, na sexta-feira (15/09) passada, um dia depois que Milena foi baleada, que se tratava de crime de feminicídio e de mando, André Garcia deixou claro que não aceitaria nenhuma interferência externa nas investigações.

Ele já tinha a convicção, depois de conversar com as equipes de policiais civis responsáveis pelos primeiros levantamentos do crime, que não se trava de assalto, como tentou fazer parecer o homem que atirou em Milena, no estacionamento do Hospital das Clínicas, em Vitória. O criminoso simulou assalto em uma ação de pistolagem, prática bastante comum utilizada pelo crime organizado do Espírito Santo quando quer eliminar seus rivais.

A fala do secretário André Garcia deu amparo ao delegado Janderson Lube, titular da Delegacia de Homicídio e Proteção à Mulher, ligada à Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Assim, o delegado pôde dar sequência às suas suspeitas e demonstrar que, apesar de jovem, tem sabedoria, competência e experiência para atuar em casos complexos e polêmicos.

A resposta de uma investigação de crimes contra a  vida exige mesmo rapidez, firmeza e inteligência, tripé observado no caso da médica Milena. É que, à medida que o tempo passa, os envolvidos em assassinatos escodem e destroem provas do crime.

Portanto, foi primordial a reação da sociedade ao exigir, sobretudo pelas redes sociais, uma ação rápida e enérgica por parte da Polícia Civil.

Sendo assim, com o trabalho rápido, sério e inteligente, a equipe do delegado Janderson Lube colocou na cadeia o suspeito de executar a médica Milena, Dionathas Alves Vieira; o homem que deu fuga ao assassino, Bruno Rodrigues Broetto; um dos intermediários, Valcir da Silva Dias; e os dois suspeitos de serem os mandantes, o investigador de Polícia Hilário Antônio Fiorot Frasson, que era casado com Milena, e o pai dele, o fazendeiro Esperidião Carlos Frasson. Já está identificado e com prisão decretada o outro intermediário, Hermenegildo Palauro Filho, o Gildinho, que se encontra foragido.

Ao declarar em entrevista, logo no início das investigações, que Milena fora vítima de crime de mando e de feminicídio, o secretário André Garcia foi feliz, corajoso, competente e, sobretudo, republicano – pelo fato de ter agido com transparência, dando satisfação à população. Só deixou de falar do caso porque, para colocar na prisão os envolvidos, a Justiça decretou sigilo nas investigações a pedido da Autoridade Policial.

Assim sendo, o secretário André Garcia afastou, logo de cara, qualquer chance de aparecer alguém que tentasse proteger os suspeitos de serem os mandante da morte de Milena: o investigador Hilário e seu pai, Esperidião.

 

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