RESPOSTA DO DIRETOR DE COMBATE AO CRIME ORGANIZADO À CARTA DOS DELEGADOS: Eugênio Ricas garante que investigações vão avançar “doa a quem doer” e espera “obediência estrita” às normas de atuação do Grupo Especial da PF

O diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal (Dicor), delegado Eugênio Coutinho Ricas, acaba de divulgar resposta ao teor do Memorando nº 25/2018, enviado a ele pelos delegados que integram o Grupo de Inquéritos Especiais da PF junto ao Supremo Tribunal Federal (GINQ/STF). Em primeira mão, o Blog do Elimar Côrtes informa a íntegra da resposta, em que Eugênio Ricas garante que “uma série de ações concretas estão sendo tomadas, a fim de que, cada dia mais, nossas investigações avancem, doa  quem doer”. E finaliza o documento dizendo que, “esperamos, além da qualidade habitualmente apresentada, nada menos que a obediência estrita aos normativos que regulamentam a atuação desse GINQ”.

Em postagem anterior, o Blog do Elimar Côrtes informa que os delegados do GINQ/STF haviam entregue uma carta – em forma de memorando – ao diretor do Dicor, delegado Eugênio Ricas, em que dão um ultimato ao diretor-geral da PF, delegado Fernando Segóvia, para deixar de interferir em inquéritos policiais, sob pena de ser denunciado ao STF.

Na resposta, Eugênio Ricas informa que o memorando foi encaminhado ao diretor-geral, Fernando Segóvia, ”para conhecimento”. Ricas afirma que os dispositivos legais citados no documento “são muito mais que prerrogativas, mandamentos legais, dos quais, em nenhuma hipótese, nós, policiais federais, podemos nos afastar”.

Garante ainda que a PF é respeitada pela sociedade e goza de grande credibilidade, “em razão da imparcialidade e qualidade técnica das investigações”. Ricas diz mais: “É nossa missão precípua continuarmos trabalhando de forma incansável, isenta, imparcial e abnegada, para que a verdade real sempre prevaleça em nossa investigações”.

De acordo com Eugênio Ricas, a Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado, com o apoio da Direção Geral da Polícia Federal, tem adotado medidas efetivas para dar todas as condições para que o Grupo de Inquéritos Especiais da PF junto ao STF, possa, cada vez mais, realizar sua missão de forma efetiva e eficaz.

E cita exemplos: “O número de delegados à disposição do GINQ praticamente dobrou; todos os policiais nominalmente indicados foram recrutados pela Dicor; equipamentos modernos de investigação foram adquiridos; o ambiente de trabalho do Grupo de Inquéritos Especiais está sendo reformado; treinamentos nacionais e internacionais estão sendo ofertados aos policiais, a fim de qualificar ainda mais nosso pessoal”.

De acordo com o diretor Eugênio Ricas, toda a melhoria da estrutura do trabalho tem o objetivo de garantir que, cada dia mais, as investigações contra a corrupção avancem, “doa a quem doer”.

O chefe da Dicor, Eugênio Ricas, conclui a resposta reafirmando o compromisso de seu departamento “em disponibilizar os meios necessários à atuação de todas as Coordenações que lhe sã subordinadas”. E avisa: "Do outro lado, esperamos, além da qualidade habitualmente apresentada, nada menos que a obediência estrita aos normativos que regulamentam a atuação desse GINQ”.

 

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