domingo, 16 de setembro de 2018

Em nota, assessoria do candidato Aridelmo garante que não existe ilegalidade no contrato entre Fucape e Polícia Militar do Espírito Santo

Em nota enviada ao Blog do Elimar Côrtes na manhã deste domingo (16/09), a Assessoria de Imprensa do candidato ao governo do Espírito Santo pelo PTB, empresário Aridelmo José Campanharo Teixeira, garante que a o contrato firmado entre a Fundação Fucape, pertencente  ao candidato, e a Polícia Militar é legal e que não  houve qualquer irregularidade no curso oferecido, há 10 anos atrás, a um grupo de oficiais.

Tanto que, salienta a nota, a Fucape, o candidato Arildemo e um grupo de coronéis foram absolvidos em “todas as instâncias”. Na ação de Improbidade Administrativa, dia a nota, “foi proferida sentença favorável à legalidade do curso de capacitação para 32 policiais militares, publicada em março deste ano”.

A nota foi enviada logo após o blog publicar reportagem informando que o Ministério Público Estadual recorreu da decisão de primeiro grau que absolveu os réus. Na mesma reportagem, o Blog do Elimar Côrtes cita que o curso deveria ser para 40 oficiais, mas até hoje o curso não foi concluído.

A íntegra da Nota do candidato Aridelmo

“A instituição de ensino Fucape vem promovendo todos os esforços jurídicos para comprovar a legalidade do contrato com a Polícia Militar em todas as instâncias envolvidas no processo: Junta Militar (Vara da Auditoria da Justiça Militar), Tribunal de Contas do Espírito Santo e na Justiça Comum. O Tribunal de Contas, através de decisão transitada em julgado, se manifestou favorável à referida contratação. Na Junta (Justiça) Militar, já houve sentenças que absolveram os oficiais envolvidos na referida contratação. Na ação de Improbidade Administrativa citada, foi proferida sentença favorável à legalidade do curso de capacitação para 32 policiais militares, publicada em março deste ano.

A Fucape tem 18 anos de excelência em serviços prestados em Educação, é reconhecida nacionalmente e, com exceção deste processo envolvendo o curso para 32 policiais militares, nunca foi alvo de qualquer processo judicial. A seriedade da instituição e de seus proprietários não pode ser objeto de uso ou discurso político”.


 

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