terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Ovacionado pelo povo, Renato Casagrande assume o Executivo do Espírito Santo e anuncia governo transparente, rigoroso com contas e retomada do Estado Presente, Patrulha da Comunidade e de obras paradas

Eram 16h22 de terça-feira (01/01), Dia Mundial da Paz, primeiro dia do ano de 2019, quando Renato Casagrande (PSB) chegou à Praça João Clímaco, onde fica o Palácio Anchieta. Foi recebido aos gritos de “Oh!, o governador voltou!” pelas mais de mil pessoas que lotaram o Salão Tiago, um auditório no primeiro piso e a área externa do Palácio. Pela primeira vez, depois de quatro anos, o Palácio Anchieta voltou a abrir as portar, literalmente, para o povo.

Às 16h30, Renato Casagrande chegou ao segundo andar do Palácio Anchieta indo direto para o Salão São Tiago, onde, de novo, foi recebido com gritos de “Viva Renato” e “Oh!, o governador voltou!”. Em outro momento, as pessoas entoaram o “Casão, voltou!” e “O campeão voltou!”.

No palco da posse, já estavam Paulo Hartung (sem partido), que deixou o cargo, e sua esposa, Cristina Gomes. Depois de passar em revista a tropa – policiais militares ficaram perfilados, na para externa do Anchieta -, Casagrande foi para o Salão São Tiago. Subiu ao local da posse junto com a sua esposa, a agora primeira-dama Maria Virgínia Moça Casagrande, da vice-governadora Jacqueline Moraes da Silva Avelino (PSB), e o marido dela, Adilson Avelino.

A cerimônia de transmissão da faixa de governador, ocorrida no Palácio Anchieta, encerrou as solenidades de posse de Renato Casagrande. A solenidade foi diferente este ano, sem a tradicional apresentação da Banda da Polícia Militar, porque o Estado decretou luto oficial de sete dias pela morte do ex-governador e ex-senador Gerson Camata, assassinado na quarta-feira (26/12). No início da cerimônia  foi feito um minuto de silêncio em homenagem a Camata.

A Orquestra Sinfônica do Estado, no entanto executou os Hinos Nacional e do Estado. Paulo Hartung foi o único que não cantou nenhum dos dois hinos: sequer abriu a boca. Manteve-sempre com a fisionomia abatida e séria.

Eram 16h47, quando o governador Casagrande recebeu a faixa governamental das mãos de seu antecessor, o ex-governador Paulo Hartung. Foi o único momento que Hartung bateu palmas. Lá também foi assinado o Termo de Transmissão do Exercício do Cargo de Governo, documento que oficializa a passagem do Comando do Executivo Estadual a Renato Casagrande, que governo o Espírito Santo entre 1º de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2014.

Em seguida, a mestre de cerimônia convidou Paulo Hartung, dona Cristina e a equipe de governo hartunguista a deixarem o Salão São Tiago, como é tradição de quem sai do poder. De maneira educada, o público que estava no Salão São Tiago aplaudiu o grupo.

Antes do discurso de posse de Casagrande, no Palácio Anchieta, os pastores Doronézio Pedro de Andrade, da 1ª Igreja Batista de Vitória, e o pastor-presidente da Assembleia de Deus da Praia da Costa (Vila Velha), Marinelshington da Silva, e o novo arcebispo de Vitória, Dom Frei Dario Campos, fizeram um culto dando bênçãos à gestão Casagrande.

O pastor Doronézio falou de fé, esperança e amor, trilogia que, segundo ele, tem de ser a marca de todos governantes e de todos os cristãos.

“Na fé, devemos acreditar em Deus; a esperança nos reserva um futuro diferenciado; e o amor vai nortear e fundamentar nossas ações. Que com fé, esperança e amor, governador Renato Casagrande, o senhor tenha toda a ajuda dos Céus. Temos certeza que o senhor conduzirá o Espírito Santo a dias melhores”, disse o pastor Doronézio.

Citando a 1ª Epístola de São Paulo a Timóteo, pastor Marinelshington da Silva citou a “justiça, o amor e imensidão” como palavras chaves de um governante que pensa no povo:

“Renato Casagrande, o senhor é nosso governador. Nós votamos no senhor. Pedimos:  siga a justiça, siga o amor, tenha piedade. O senhor é um homem de Deus. Piedade é a compaixão pelo sofrimento dos outros. Triste é o governante  que não sofre com a dor das pessoas. O senhor, Casagrande, saberá acabar com o sofrimento alheio. Nunca tome decisões sem orientação de Deus”.

O arcebispo Dom Dario falou de paz e comentou sobre a violência que assola o País.  Ele citou discurso feito pelo Papa Francisco, na homilia desta terça-feira, no Vaticano, sobe o direito à vida digna e a necessidade da conversão social.

“Deus quer a construção da paz, solidariedade e fraternidade. Que essas marcas sejam mais efetivas com o governador Renato Casagrande e sua vice, Jacqueline Moraes. Sejam felizes e façam o povo feliz”, pediu o arcebispo.

Casagrande anuncia retomada de obras que Hartung parou por “questões políticas”

Às 17h28, Casagrande começou seu discurso. Ele fez referência ao ex-governador Gerson Camata, a quem chamou de “referência”, afirmando estar solidário com a família. Renato Casagrande agradeceu ainda aos ex-governadores presentes em sua posse, como Max Mauro, José Ignácio Ferreira e Vitor Buaiz.

Agradeceu ainda a presença do povo no Salão São Tiago e em outras dependências do Palácio Anchieta. Também citou nomes de autoridades e saudou lideranças sindicais, religiosas, comunitárias, políticas e empresariais na cerimônia.

“Podem ter certeza que vou buscar a justiça com amor e fé. Essa é a missão que vocês me deram”, afirmou o governador.

Renato Casagrande elencou as prioridades de governo e fez críticas a gestão do antigo governo de Paulo Hartung, sem, no entanto, citar o nome de seu antecessor:

“Programas e políticas públicas sucumbiram à visão exclusivamente fiscalista do governo passado. Fomos eleitos para trazer de volta ao Espírito Santo uma visão democrática, humanista e inovadora. Temos compromisso inarredável com o equilíbrio fiscal. A responsabilidade que recebo com essa faixa vai muito além do equilíbrio entre receitas e despesas. Assumimos compromisso para melhorar a vida das pessoas em todas as regiões do Estado”, declarou.

Casagrande afirmou que as prioridades do governo estarão voltadas “para resolver os problemas de saúde pública, melhorar a qualidade da educação, retomar o programa Estado Presente - de combate à criminalidade - e fazer investimentos de infraestrutura. Vamos trazer de volta também as viaturas da Patrulha da Comunidade”.

Ele lembrou que desde 2011, quando iniciou seu primeiro mandato, o Espírito Santo vem fazendo ajuste fiscal. Porém, em seus quatro anos de governo a população não sofreu por conta dos ajustes.

“Mas as opções do governo que se encerrou custaram caro no campo social. Entreguei, em 1º de janeiro de 2015, um Estado equilibrado, que ganhou nota ‘A’ da União. Recebi este ano um Estado que manteve a mesma classificação, mas com bastante carência na infraestrutura, na segurança pública, saúde e no campo social”, pontuou Casagrande, que prosseguiu:

“Por questões políticos, pararam obras, conclusões foram adiadas, mesmo as que já contavam com financiamento aprovado. Centros Especializados de Saúde fechados, acabaram com Estado Presente e a Patrulha da Comunidade. Adotaram apenas uma visão fiscalista. Foi para mudar esse modelo de gestão que os capixabas se manifestaram nas urnas. Projetos de infraestrutura foram mofados nas gavetas. Vamos retomar projetos de obras viárias, resgatar escolas fechadas. Não deixaremos nenhuma obra sem conclusão”, disse Renato Casagrande.

Renato Casagrande toma posse na Assembleia

O governador do Espírito Santo, José Renato Casagrande, chegou para a cerimônia de posse na Assembleia Legislativa às 14h26 desta terça-feira. Casagrande foi acompanhado de sua esposa, Maria Virgínia, e da vice-governadora Jacqueline Moraes, que também chegou ao Palácio Domingos Martins junto com seus familiares.

Foram recepcionados por correligionários e autoridades políticas e militares. No trajeto até o Plenário Dirceu Cardoso para a sessão solene de posse, Casagrande cumprimentou o público, posou para fotografias e aguardou no Salão Nobre da Assembleia Legislativa para sua entrada oficial.

Concomitantemente, a Mesa Diretora da Casa abria os trabalhos no Plenário Dirceu Cardoso, lotado por autoridades, convidados e jornalistas. O presidente do Legislativo estadual, deputado Erick Musso (PRP), designou uma comissão de parlamentares para conduzir a entrada de Renato Casagrande e Jacqueline Moraes. Os deputados Da Vitória (PDT), Dr. Hércules (MDB), Janete de Sá (PMN) e Sergio Majeski (PSB) foram os responsáveis por acompanhá-los.

A mesa de honra foi composta pelos novos governador e vice-governadora e pelos membros da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa: presidente, Erick Musso (PRP); 1ª secretária, Raquel Lessa (Pros); 2º secretário, Enivaldo dos Anjos (PSD) e 2ª vice-presidente, Janete de Sá (PMN).

Também compuseram a mesa o presidente do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, Sergio Gama; o presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT/ES), Mário Ribeiro Cantarino Neto; o procurador-geral de Justiça, Eder Pontes; o capitão de mar-e-guerra Sílvio Fernando Ferreira; o comandante do 38º Batalhão de Infantaria, Carlos Alexandre de Oliveira Costa; o presidente eleito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/ES), José Carlos Rizk Filho; e o conselheiro Rodrigo Chamoun, do Tribunal de Contas do Espírito Santo.

Após a composição da mesa de honra, houve a cerimônia de entrada das bandeiras do Brasil e do Espírito Santo, acompanhada pela banda da Polícia Militar do Espírito Santo. A banda não executou os hinos nacional e estadual em respeito ao luto devido ao falecimento do ex-governador Gerson Camata, morto no último dia 26.

Compromisso de posse

Após o rito de introdução, os novos comandantes do Poder Executivo fizeram seu compromisso de posse. O juramento está previsto na Constituição Estadual e no Regimento Interno da Assembleia Legislativa: “Prometo manter, defender e cumprir as constituições federal e estadual, observar as leis e promover o bem geral do povo espírito-santense”.

Depois do juramento, a deputada Raquel Lessa (Pros) fez a leitura do termo de posse, que foi assinado por Renato Casagrande e Jacqueline Moraes e pelos membros da Mesa Diretora. Com a assinatura do documento, o presidente Erick Musso declarou empossados os novos chefes do Executivo.

Em seguida, o presidente da Assembleia Legislativa discursou da tribuna. Ele falou sobre a importância de os poderes estarem em consonância: “É como uma grande orquestra: os instrumentos são diferentes, mas as notas musicais precisam ser as mesmas”, comparou.

Musso também elogiou “a capacidade de gestão e o equilíbrio” demonstrados por Casagrande quando foi governador do Estado (2011-2014) e salientou os principais desafios que o novo chefe do Executivo enfrentará: desemprego, dependência química e segurança pública. “Serão anos difíceis, a crise econômica ainda se exibe no horizonte, embora com menos musculatura”, destacou.

À fala de Erick Musso seguiu-se o discurso de Renato Casagrande. O novo governador destacou que pretende fazer um governo transparente, inovador e com responsabilidade fiscal.

Ao final da cerimônia, Erick Musso designou os deputados Dr. Hércules (MDB), José Esmeraldo (MDB), Pr. Marcos Mansur (PSDB), Raquel Lessa (Pros) e Sandro Locutor (Pros) para conduzirem a saída do governador e da vice-governadora do Plenário. Os dois seguiram para o Palácio Anchieta para a cerimônia de transmissão da faixa de governador.

Casagrande anuncia governo transparente e rigoroso com contas

Em discurso após tomar posse como governador do Estado, durante sessão solene nesta terça-feira (1º), na Assembleia Legislativa, Renato Casagrande prometeu um governo voltado para as principais demandas sociais do Espírito Santo, pediu apoio e união dos poderes e apontou a necessidade de uma administração voltada para a transparência pública, que inove e tenha responsabilidade com as contas públicas.

O socialista começou sua fala destacando a sua companheira de chapa, Jacqueline Moraes, que é a primeira vice-governadora da história do Estado. “A vez, a voz, a visibilidade da mulher negra no centro do poder no Estado”, enfatizou. Em seguida, Casagrande pautou seu discurso na economia e construiu uma linha do tempo desde o seu primeiro mandato (2011 a 2014) passando pela gestão de Paulo Hartung (2015-2018) para apontar quais seriam os desafios do novo mandato.

Primeiro mandato
“Há oito anos quando assumi pela primeira vez esse posto, vivíamos uma situação bastante diferente da atual no Estado, no Brasil e no mundo. Apesar de alguns abalos, quase todo o ocidente e a maioria dos países orientais crescia a taxas consistentes. No Brasil não era diferente e no Espírito Santo havia a expectativa de um grande salto de desenvolvimento alicerçado pela indústria do petróleo, nossa economia avançava em nível superior à média nacional. Apesar de grande volume de obras e investimentos, o mesmo período viu o bom quadro gradativamente deteriorando por diversas razões dentro e fora do País”.

Segundo ele, naquele período conjugou-se, no plano externo, a redução no desenvolvimento de grandes potências, derrubando a demanda por commodities e, no plano interno, equívocos políticos, a gestão irresponsável e os desacertos fiscais do governo central, como principais motivos para o desaquecimento econômico, “que atinge mais estados como o nosso que dependem mais do comércio internacional.

Além disso, decisões do Congresso Nacional, como a mudança nos critérios de distribuição de royalties e praticamente a extinção do Fundap, também desafiariam o desenvolvimento capixaba. Mas pontuou que a resposta foi dada com muito trabalho e determinação.

“Aumentamos a eficiência do Estado na cobrança de impostos sem aumentar a carga tributária. Garantimos maior eficiência, rigor e transparência na aplicação de recursos públicos. E mobilizamos bancada federal, essa Assembleia e a sociedade para lutar contra as medidas em debate no Congresso”, afirmou.

Sobre a sua gestão, Casagrande afirmou ter colocado em andamento o maior programa de investimento de toda história capixaba.

“Realizamos obras rodoviárias importantes, deixamos projetos em execução, colocamos em funcionamento o Hospital Jayme dos Santos Neves, depois de décadas sem nenhum investimento na área da saúde”, citou.

Casagrande elencou ainda como marcas e passos daquela gestão: centros de especialidades médicas, investimento em atenção primária, construção e ampliação de escolas, modernização das policias, programa Estado Presente, programas sociais e programa de mobilidade metropolitana.

Fiscal e transparência

O novo governador defendeu que o seu mandato anterior não “perdeu de vista o equilíbrio das contas públicas”, e trouxe, segundo ele, no final de 2014 como resultado um estado organizado, contas em dia, R$ 2 bilhões em caixa, além da nota A em gestão fiscal dada pela Secretaria do Tesouro Nacional na época e a primeira posição do Brasil em transparência da gestão pública.

“Hoje, quatro anos depois, recebo do governo a mesma nota A no campo fiscal, mas com enorme déficit em investimentos em praticamente todas as áreas da administração estadual. Dezenas de obras foram suspensas ou simplesmente abandonadas”, criticou.

“As demandas sociais cresceram sem resposta correspondente por parte do governo. Por falta de políticas anticíclicas capazes de oferecer alternativas para trabalhadores e empreendedores, nosso vigor econômico foi contido, o desemprego disparou. A crise nacional e a ausência local fizeram com que ampliasse muito o numero de capixabas na extrema pobreza. Para coroar esse recuo administrativo, caímos de 1º para 14º em transparência”, complementou.

Otimismo

Casagrande ponderou que o aprofundamento da crise nacional trouxe dificuldades adicionais para a gestão que se encerra, mas afirmou que elas, apesar de não superadas, não poderiam justificar uma “ênfase exclusiva e obtusa dada somente ao aspecto fiscal”.

“Tenho certeza de que reunimos as condições necessárias para enfrentarmos com eficiência os desafios de hoje e as turbulências de amanhã. Minha confiança não nasce de um otimismo ingênuo ou de expectativa de soluções mágicas. Nasce da constatação que, mesmo sofrendo dos efeitos da crise, reunimos capacidade, experiência e determinação para colocar o Espírito Santo no caminho do desenvolvimento econômico e do equilíbrio social”, enfatizou.

Casagrande discursou ainda sobre os recados das urnas. Para o socialista, os eleitores deixaram claro nas urnas desejo de mudanças em orientações econômicas de governos e em práticas perdulárias e pouco transparentes que colocaram em risco a sobrevivência de municípios, estados e até mesmo a União; mudança na estrutura de avaliação dos serviços públicos e nos privilégios; maior abertura para as principais demandas da população e o fim da troca de favores.

Para o responsável pelo Executivo nos próximos quatro anos, o que vai unir os poderes “acima de qualquer diferença” é a vontade de mudança que depositaram nas urnas. Casagrande defendeu, além da união, o fortalecimento da democracia. Para ele em 33 anos de redemocratização, fica evidente que as instituições sempre prevalecem.

Ao afirmar compromisso com a ética, a transparência e o respeito ao pensamento divergente, Casagrande enalteceu ainda seu secretariado como inovador e reflexo do discurso de mudança que pautou o eleitorado, prometendo novas lideranças e novos gestores, com ações que descentralizam as oportunidades, e uma administração “ancorada no equilíbrio fiscal, mas ancorada prioritariamente nas necessidades daqueles que precisam mais”.

Bolsonaro

Sobre a relação com o governo federal, Renato Casagrande defendeu forte articulação com a bancada capixaba no Congresso Nacional para garantir maior atenção do governo Jair Bolsonaro (PSL) com o Estado, principalmente em infraestrutura. “Tenho muita esperança e trabalharei muito para que o governo cumpra com suas obrigações em terras capixabas”, afirmou.

Camata


Ao final de seu discurso Casagrande ainda homenageou o ex-governador Gerson Camata, morto no final de dezembro. “Ele melhor do que ninguém sabia da importância do trabalho conjunto, da ousadia administrativa e da visão social dos governos”, lembrou.

Equipe de Casagrande


Nésio Medeiros (Saúde), Fabrício Machado (Meio Ambiente), Heber Resende (Desenvolvimento), Dorval Uliana (Turismo), Edmar Camata (Controle e Transparência), Davi Diniz (Casa Civil), Álvaro Duboc (Planejamento), Rogelio Amorim (Fazenda), Fabrício Noronha (Cultura), Roberto Sá (Segurança Pública), Vitor de Angelo (Educação), Tyago Hoffman (Governo), Paulo Foletto (Agricultura), Marcus Vicente (Desenvolvimento Urbano), Cristina Engel (Ciência e Tecnologia) e Flávia Mignoni (Comunicação), Bruno Lamas (Secretaria de Estado de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social Assistência Social), Givaldo Vieira (Detran).

Outros Membros:
Coronel Moacir Leonardo Vieira Barreto Mendonça ( comandante-geral da Polícia Militar), José Darcy Arruda (Diretor-Geral de Polícia Civil), Alaimar Fiusa (Iema), Fábio Ahnert (Recursos Hídricos), Raphael Trés (Ceturb), Luiz Paulo Vellozzo Lucas e Eduarda La Rocque (Instituto Jones Santos Neves), Coronel Cerqueira (Corpo de Bombeiros), Cael Linhalis (Cesan), Denio Rebello (Fapes), Rodrigo de Paula (Procuradoria-geral do Estado), Angelo Baptista (Bandes), Vasco Cunha Gonçalves (Banestes), Antônio Carlos Machado (Incaper); Mário Louzada (Idaf); José Elias do Nascimento Marçal (IPAJM); Nelci Gazzoni (Esesp), Igor Pontini (RTV); Lana Lages (Procon); Carlos Rafael (Ceasa), Tasso Lugon (Prodest); Madalena Santana (Diário Oficial do Estado); e Alberto Farias Gavini Filho (Aderes).


(Com informações também do Portal da Assembleia Legislativa)






 

Blog do Elimar Côrtes Copyright © 2011 -- Template created by O Pregador -- Powered by Blogger